Então, descobri essa semana o que é isso. Sensação horrível, muitas dores, demora na resposta ao tratamento.
Nessas horas google é uma merda, né! Primeira página: uma infecção dos rins séria que pode levar à sepse. Spese é só uma infecção que pode afetar todo o organismo. Inclusive pode levar à falência múltipla dos órgãos.
Legal, né! Super legal!
ahhhhhhhhhhhh
sábado, novembro 12, 2011
terça-feira, novembro 01, 2011
MANIA DE CURITIBANO
FALA:
*Chama salsicha (hot-dog) de 'vina'.
*Chama o carro Fusca de 'fuque'.
*Chama o semáforo de sinaleiro.
*Diz bolacha em vez de biscoito.
*Diz piá em vez de menino.
*Diz guria em vez de menina.
*Diz bexiga ao invés de balão..
*Diz setra em vez de estilingue.
*Diz dolé em vez de picolé.
*Fala 'escute' no telefone.
*Chama as coisas pela marca (kboa,bombril,royal...)
*Acha que não tem sotaque nenhum.
*Ri do sotaque de todo mundo (paulista, carioca,mineiro, gaúcho,etc...)
Achando que todo mundo deveria falar como ele.
CLIMA:
*Fala sobre a condição do tempo para puxar conversa com alguém.
*Admira, diariamente, a linda cor cinza do céu curitibano.
*Enfrenta sol, chuva, frio, calor, tudo no mesmo dia e acha legal.
*Mantém as janelas do ônibus fechadas, independente se o dia esta frio, chuvoso ou aquele sol.
*Sai todo agasalhado de manhã, e tira quase tudo até o final do dia.
*O curitibano tem mania de lavar e polir seu carro no sábado ou domingo (o carro fica brilhando), só que toda vez que vai passear.. CHOVE !!!!
PRAIA:
*Fala que vai 'pra praia', sem especificar qual.
*As mulheres vão à praia com jóias e maquiadas.
*Fica a 'temporada' em Caioba ou Guaratuba mesmo que chova muito mais, do que faça sol.
*Ve o 'OIL MAN' andando de sunga no calçadão durante a temporada em Caioba e o resto do ano, na cidade.
ESQUISITICES:
*Faz fila para tudo (ônibus, mercado, banheiro,elevador, etc...).
*Repara nas pessoas como se fossem de outro planeta.
*Cumprimenta o vizinho de anos com 'oi' e 'tchau'.
*Espera a semana inteira pelo final de semana... e quando chega, acaba não fazendo nada.
*Separa o 'lixo que não é lixo'.
*Anda c/ o bolso cheio de papeis de balas até encontrar uma lixeira.
*Demora muito para arrancar o carro quando o sinal fica verde.
*Acha que tudo em Curitiba é melhor do que em outras cidades sem nunca ter saído daqui.
*Freqüenta Clube Curitibano/Graciosa e santa Mônica e cada 15 dias e se esbalda no Baile do Pato em Pinhais.
*Nao aceita que alguem Fale que curitibano é um povo fechado.
*Convida: 'Passa lá em casa' mas nunca dá o endereço.
*Chama o povo do interior paranaense de 'pé-vermelho'.
*Usa aquelas pastinhas do Positivo falsificadas.
*Diz que a cidade não é mais a mesma por causa da invasão do pessoal de outros estados.
*Come pastel e caldo de cana nas feiras livres.
*Nas festas juninas chama vinho quente de quentão.
*Pega o mesmo ônibus todo santo dia no mesmo horário e não cumprimenta nem motorista nem cobrador.
*Acha que quem não é daqui sempre joga lixo no chão.
PRINCIPAL:
*Rir de si mesmo ao perceber que tudo que foi dito acima é a mais pura verdade...
*Depois de tantas virtudes que foi encontrada nos CURITIBANOS, é só dizer o seguinte:
"COMO É BOM TER NASCIDO EM CURITIBA"
*Chama salsicha (hot-dog) de 'vina'.
*Chama o carro Fusca de 'fuque'.
*Chama o semáforo de sinaleiro.
*Diz bolacha em vez de biscoito.
*Diz piá em vez de menino.
*Diz guria em vez de menina.
*Diz bexiga ao invés de balão..
*Diz setra em vez de estilingue.
*Diz dolé em vez de picolé.
*Fala 'escute' no telefone.
*Chama as coisas pela marca (kboa,bombril,royal...)
*Acha que não tem sotaque nenhum.
*Ri do sotaque de todo mundo (paulista, carioca,mineiro, gaúcho,etc...)
Achando que todo mundo deveria falar como ele.
CLIMA:
*Fala sobre a condição do tempo para puxar conversa com alguém.
*Admira, diariamente, a linda cor cinza do céu curitibano.
*Enfrenta sol, chuva, frio, calor, tudo no mesmo dia e acha legal.
*Mantém as janelas do ônibus fechadas, independente se o dia esta frio, chuvoso ou aquele sol.
*Sai todo agasalhado de manhã, e tira quase tudo até o final do dia.
*O curitibano tem mania de lavar e polir seu carro no sábado ou domingo (o carro fica brilhando), só que toda vez que vai passear.. CHOVE !!!!
PRAIA:
*Fala que vai 'pra praia', sem especificar qual.
*As mulheres vão à praia com jóias e maquiadas.
*Fica a 'temporada' em Caioba ou Guaratuba mesmo que chova muito mais, do que faça sol.
*Ve o 'OIL MAN' andando de sunga no calçadão durante a temporada em Caioba e o resto do ano, na cidade.
ESQUISITICES:
*Faz fila para tudo (ônibus, mercado, banheiro,elevador, etc...).
*Repara nas pessoas como se fossem de outro planeta.
*Cumprimenta o vizinho de anos com 'oi' e 'tchau'.
*Espera a semana inteira pelo final de semana... e quando chega, acaba não fazendo nada.
*Separa o 'lixo que não é lixo'.
*Anda c/ o bolso cheio de papeis de balas até encontrar uma lixeira.
*Demora muito para arrancar o carro quando o sinal fica verde.
*Acha que tudo em Curitiba é melhor do que em outras cidades sem nunca ter saído daqui.
*Freqüenta Clube Curitibano/Graciosa e santa Mônica e cada 15 dias e se esbalda no Baile do Pato em Pinhais.
*Nao aceita que alguem Fale que curitibano é um povo fechado.
*Convida: 'Passa lá em casa' mas nunca dá o endereço.
*Chama o povo do interior paranaense de 'pé-vermelho'.
*Usa aquelas pastinhas do Positivo falsificadas.
*Diz que a cidade não é mais a mesma por causa da invasão do pessoal de outros estados.
*Come pastel e caldo de cana nas feiras livres.
*Nas festas juninas chama vinho quente de quentão.
*Pega o mesmo ônibus todo santo dia no mesmo horário e não cumprimenta nem motorista nem cobrador.
*Acha que quem não é daqui sempre joga lixo no chão.
PRINCIPAL:
*Rir de si mesmo ao perceber que tudo que foi dito acima é a mais pura verdade...
*Depois de tantas virtudes que foi encontrada nos CURITIBANOS, é só dizer o seguinte:
"COMO É BOM TER NASCIDO EM CURITIBA"
segunda-feira, outubro 31, 2011
Piadinha para começar a semana
Duas bichas passeando de carro novo, de repente um caminhão vem e bate na traseira. A bicha indignada, sai do carro aos berros:
- Scaaaaarlete chama lá a polícia, chaaaama a polícia! Seu motorista safado, comprou a carteira? Cretino! Pilantra! Scaaaaaarlete corre lá e chama a polícia!!! Onde já se viu?
Olha, o semáforo estava menstruado para você querido! Scarlete chama a polícia!!!
Nisso, o motorista fala:
- Suas bichas sem vergonha, vocês merecem é um cacete bem grande no rabo de vocês.
E então a bicha fala:
- Voooooooolta Scarlete, ele quer fazer acordo!!!
hahahahaha
- Scaaaaarlete chama lá a polícia, chaaaama a polícia! Seu motorista safado, comprou a carteira? Cretino! Pilantra! Scaaaaaarlete corre lá e chama a polícia!!! Onde já se viu?
Olha, o semáforo estava menstruado para você querido! Scarlete chama a polícia!!!
Nisso, o motorista fala:
- Suas bichas sem vergonha, vocês merecem é um cacete bem grande no rabo de vocês.
E então a bicha fala:
- Voooooooolta Scarlete, ele quer fazer acordo!!!
hahahahaha
quinta-feira, outubro 27, 2011
Ophir: decisão do Supremo sobre Exame da OAB é vitória da cidadania
O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, classificou como "uma vitória da cidadania brasileira" a decisão de hoje (26) do Supremo Tribunal Federal, de que é constitucional o Exame de Ordem, aplicado nacionalmente pelo Conselho Federal da OAB como requisito para ingresso do bacharel em Direito na profissão de advogado. "Além de a advocacia ter sido contemplada com o reconhecimento de que a qualidade do ensino é fundamental na defesa do Estado Democrático de Direito, a cidadania é quem sai vitoriosa com essa decisão unânime do STF. Isso porque ela é a grande destinatária dos serviços prestados pelos advogados", afirmou Ophir ao conceder entrevista após as seis horas de julgamento da matéria em plenário, que teve como relator o ministro Marco Aurélio de Mello.
Ophir explicou que a constatação a que os nove ministros chegaram é a de que, em razão da baixa qualidade do ensino jurídico no país, o Exame de Ordem é fundamental tanto para incentivar os bacharéis a estudar mais quanto para forçar as instituições de ensino a melhorarem a formação oferecida. Segundo Ophir, quem mais ganha com isso é a sociedade. "Precisamos ter o cidadão brasileiro bem defendido por um profissional muito qualificado. O advogado é fundamental para que a Justiça brasileira seja esse pilar da democracia, porque a Justiça é um direito comparável à saúde, à vida, à educação e à segurança", afirmou. "Por isso o STF deu a melhor interpretação ao julgar em favor da sociedade brasileira tendo em vista a qualidade que se quer para a defesa dos direitos neste país".
Questionado no que a decisão do STF mudará o Exame de Ordem, o presidente da OAB afirmou que nada muda. No entanto, a decisão faz crescer a responsabilidade da entidade no sentido de trabalhar para aperfeiçoar o Exame de Ordem. "Trabalharemos mais para que o exame seja cada vez mais justo, capaz de aferir as condições técnicas e a capacitação daqueles que desejam ingressar na advocacia", finalizou.
A tese de inconstitucionalidade do Exame, apresentada no Recurso Extraordinário (RE) 603583, foi rejeitada pelos nove ministros que participaram do julgamento - Marco Aurelio de Mello, Luiz Fux, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Carlos Ayres Britto, Gilmar Mendes, Celso de Mello e o presidente da Corte, Cezar Peluso. A sustentação oral no plenário do STF foi feita por Ophir Cavalcante. Acompanharam a votação toda a diretoria da OAB Nacional, o coordenador do Colégio de Presidentes de Seccionais da entidade, Omar Melo, e vários conselheiros federais da OAB.
fonte: http://www.oab.org.br/Noticia/22972
Ophir explicou que a constatação a que os nove ministros chegaram é a de que, em razão da baixa qualidade do ensino jurídico no país, o Exame de Ordem é fundamental tanto para incentivar os bacharéis a estudar mais quanto para forçar as instituições de ensino a melhorarem a formação oferecida. Segundo Ophir, quem mais ganha com isso é a sociedade. "Precisamos ter o cidadão brasileiro bem defendido por um profissional muito qualificado. O advogado é fundamental para que a Justiça brasileira seja esse pilar da democracia, porque a Justiça é um direito comparável à saúde, à vida, à educação e à segurança", afirmou. "Por isso o STF deu a melhor interpretação ao julgar em favor da sociedade brasileira tendo em vista a qualidade que se quer para a defesa dos direitos neste país".
Questionado no que a decisão do STF mudará o Exame de Ordem, o presidente da OAB afirmou que nada muda. No entanto, a decisão faz crescer a responsabilidade da entidade no sentido de trabalhar para aperfeiçoar o Exame de Ordem. "Trabalharemos mais para que o exame seja cada vez mais justo, capaz de aferir as condições técnicas e a capacitação daqueles que desejam ingressar na advocacia", finalizou.
A tese de inconstitucionalidade do Exame, apresentada no Recurso Extraordinário (RE) 603583, foi rejeitada pelos nove ministros que participaram do julgamento - Marco Aurelio de Mello, Luiz Fux, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Carlos Ayres Britto, Gilmar Mendes, Celso de Mello e o presidente da Corte, Cezar Peluso. A sustentação oral no plenário do STF foi feita por Ophir Cavalcante. Acompanharam a votação toda a diretoria da OAB Nacional, o coordenador do Colégio de Presidentes de Seccionais da entidade, Omar Melo, e vários conselheiros federais da OAB.
fonte: http://www.oab.org.br/Noticia/22972
terça-feira, outubro 25, 2011
Fundo Cristão
Meu pai avisou que chegou o envelope que ficava perguntando pra ele, do Fundo Cristão!
Mega curiosa para saber o que tem!
Amanhã eu conto.
Mega curiosa para saber o que tem!
Amanhã eu conto.
Teleton

No fim de semana acompanhei umas partes do programa do Teleton para arrecadação de dinheiro para a AACD para construção de uma nova unidade de atendimento. Confesso que muitas vezes mudava de canal porque dava um nozinho na garganta.
Fiz minha doação, não sei se ainda é possível fazer àquelas que não doaram. No programa teve uma coisa que alguém, não me lembro quem, disse que não tinha me atentado. Que milhões e milhões de brasileiros, não eu porque odeio esse tipo de programa, perdem tempo e gastam dinheiro fazendo votação de quem deve permanecer ou ser eliminado, ou ser vencedor de programas tipo Big Brother, a Fazenda, Casa dos Famosos, essas M. Mas esses mesmos milhões e milhões de pessoas não se mobilizam para pegar o telefone e fazer uma doação, no menor valor, que seja, para uma instituição com finalidade de ajudar o próximo.
É verdade né? O povo tá sempre acostumado e querendo perder tempo com baboseiras, e quando o assunto é sério, não emitem opinião, ou não se mobilizam para NADA. Vergonhoso!
Sempre que posso cumpro meu papel de cidadã com responsabilidade social, acho que não custa nada. Não morri de fome ou passei necessidade por doar R$ 10,00. Sei que para muitos é um valor significativo, que falta no fim do mês para pagar uma passagem, comprar pão, mas sei que para milhares de brasileiros, é o valor de um lanche qualquer.
Não concordei com uma resposta que tive quando questionei se uma pessoa tinha feito a doação ao Teleton, "não fiz, nunca faço, eles nunca fazem nada pra nossa região".
Acho que o bem realizado, de doar e doar-se para ou por uma causa nobre, mesmo que não seja para a minha região, saber que bebês, crianças, jovens e adolescentes, de qualquer parte do país serão beneficiados pela instalação de uma unidade da AACD já me deixa feliz,feliz mesmo.
Como disse uma das apresentadoras, como não se emocionar com uma criança que quer te dar um abraço, mas não pode, porque não tem os dois bracinhos?
quarta-feira, outubro 19, 2011
domingo, outubro 16, 2011
quinta-feira, outubro 06, 2011
Cursos de direito levam bomba da OAB
Belo Horizonte, 05/10/2011 - No discurso, a punição é rígida. Cursos de direito com problemas de qualidade no ensino sofrem corte de vagas. Apenas este ano, o Ministério da Educação (MEC) pôs 20 faculdades e universidades mineiras na berlinda e determinou a suspensão de 1.314 vagas nos próximos vestibulares. Mas, na prática, o corte nem sempre é na "carne". Em nenhuma das cinco instituições visitadas pelo Estado de Minas a sanção trouxe prejuízos concretos com a perda de alunos, pois atingiu apenas vagas já ociosas. As medidas impostas pelo MEC são consideradas frágeis pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que coloca ainda mais lenha na fogueira afirmando que, muitas vezes, a criação de cursos superiores no estado privilegia interesses políticos, e não critérios técnicos.
Na Zona da Mata, a Faculdade Presidente Antônio Carlos de Ubá (Fupac), mantida pela Universidade Presidente Antônio Carlos (Unipac), é exemplo das punições brandas. A instituição sofreu o corte de 96 vagas no curso de direito, em junho, depois de obter nota baixa no Índice Geral de Cursos (IGC), avaliação do MEC cuja escala varia de 1 a 5. Esse indicador é uma referência de qualidade que leva em conta o aproveitamento no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), o antigo provão, além de variáveis como a titulação dos professores, a infraestrutura da instituição e os recursos didático-pedagógicos para aprendizagem.
No caso da Fupac de Ubá, a suspensão das 96 vagas não teve efeitos práticos, pois a instituição tinha autorização para admitir 240 alunos por ano, mas só abria processo seletivo para 120 vagas. "Não perdemos nenhum aluno, mas ficamos preocupados com o corte feito com base em critérios do Enade. Muitos alunos fizeram a prova sem motivação, outros boicotaram o teste só assinando presença e marcando qualquer resposta e essa atitude reflete algo negativo sobre a faculdade. Não estamos focados no Enade ou em exames da OAB, pois nossa preocupação, desde 1994, é formar bacharéis de direito", afirma o coordenador do curso, Wagner Inácio Freitas Dias.
Nos pátios e corredores da Fupac, o discurso da direção é rebatido pelos alunos, que não poupam críticas à qualidade e aos métodos de ensino. "Temos muitos professores sem experiência e sem nenhum compromisso com os alunos. As turmas são cheias, não há livros em quantidade suficiente na biblioteca e há até erros conceituais em provas. E não podemos nem reclamar, pois são comuns os casos de retaliações", lamenta um estudante do 5º período, que prefere não se identificar.
Empolgada com o estudo do direito e sem medo de mostrar o rosto, a aluna Mariana Campos, de 21 anos, do 8º período, resume em poucas palavras a angústia dela com o curso: "Pagamos um absurdo pela estrutura que temos. A mensalidade de R$ 719 é muita cara para termos apenas aula e estágio uma vez por semana. Conheço faculdades com melhores salas, livros e professores e que não custam tanto", diz Mariana, ao lado da colega de sala Caroline Médici, também de 21.
Questionado sobre a efetividade das punições às faculdades de direito, o MEC argumenta que o corte de vagas repercute na qualidade do curso superior. "A menor quantidade de vagas assegura maiores possibilidades de controle da qualidade educacional, melhor relação aluno/docente, aluno/bibliografia/laboratório, podendo-se prever melhores resultados educacionais, naturalmente", informa nota do ministério. O MEC destaca ainda que a suspensão de ingressos de alunos representa uma primeira punição, que poderá ser seguida de outras, como a extinção do curso e até o descredenciamento da instituição, conforme a gravidade do problema. (A matéria é de autoria da repórter Glória Tupinambás e foi publicada na edição do último dia 02 do jornal O Estado de Minas)
fonte: http://www.oab.org.br/noticia.asp?id=22795
Na Zona da Mata, a Faculdade Presidente Antônio Carlos de Ubá (Fupac), mantida pela Universidade Presidente Antônio Carlos (Unipac), é exemplo das punições brandas. A instituição sofreu o corte de 96 vagas no curso de direito, em junho, depois de obter nota baixa no Índice Geral de Cursos (IGC), avaliação do MEC cuja escala varia de 1 a 5. Esse indicador é uma referência de qualidade que leva em conta o aproveitamento no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), o antigo provão, além de variáveis como a titulação dos professores, a infraestrutura da instituição e os recursos didático-pedagógicos para aprendizagem.
No caso da Fupac de Ubá, a suspensão das 96 vagas não teve efeitos práticos, pois a instituição tinha autorização para admitir 240 alunos por ano, mas só abria processo seletivo para 120 vagas. "Não perdemos nenhum aluno, mas ficamos preocupados com o corte feito com base em critérios do Enade. Muitos alunos fizeram a prova sem motivação, outros boicotaram o teste só assinando presença e marcando qualquer resposta e essa atitude reflete algo negativo sobre a faculdade. Não estamos focados no Enade ou em exames da OAB, pois nossa preocupação, desde 1994, é formar bacharéis de direito", afirma o coordenador do curso, Wagner Inácio Freitas Dias.
Nos pátios e corredores da Fupac, o discurso da direção é rebatido pelos alunos, que não poupam críticas à qualidade e aos métodos de ensino. "Temos muitos professores sem experiência e sem nenhum compromisso com os alunos. As turmas são cheias, não há livros em quantidade suficiente na biblioteca e há até erros conceituais em provas. E não podemos nem reclamar, pois são comuns os casos de retaliações", lamenta um estudante do 5º período, que prefere não se identificar.
Empolgada com o estudo do direito e sem medo de mostrar o rosto, a aluna Mariana Campos, de 21 anos, do 8º período, resume em poucas palavras a angústia dela com o curso: "Pagamos um absurdo pela estrutura que temos. A mensalidade de R$ 719 é muita cara para termos apenas aula e estágio uma vez por semana. Conheço faculdades com melhores salas, livros e professores e que não custam tanto", diz Mariana, ao lado da colega de sala Caroline Médici, também de 21.
Questionado sobre a efetividade das punições às faculdades de direito, o MEC argumenta que o corte de vagas repercute na qualidade do curso superior. "A menor quantidade de vagas assegura maiores possibilidades de controle da qualidade educacional, melhor relação aluno/docente, aluno/bibliografia/laboratório, podendo-se prever melhores resultados educacionais, naturalmente", informa nota do ministério. O MEC destaca ainda que a suspensão de ingressos de alunos representa uma primeira punição, que poderá ser seguida de outras, como a extinção do curso e até o descredenciamento da instituição, conforme a gravidade do problema. (A matéria é de autoria da repórter Glória Tupinambás e foi publicada na edição do último dia 02 do jornal O Estado de Minas)
fonte: http://www.oab.org.br/noticia.asp?id=22795
sexta-feira, setembro 30, 2011
Entrevista com Dra. Silvia Brandalise

Acredito que quem assistiu à entrevista da Marília Gabriela com a Dra. Silvia Brandalise ficou no mínimo assustado com as informações a respeito da alimentação e a origem do câncer.
Pesticidas, fungicidas, excesso de hormônios nas carnes, corantes, conservantes e etc...
Agora páre para pensar: frangos com muitos hormônios para ficar pronto para o abate no tempo do bolso do produtor; frutas, verduras e legumes cheios de pesticidas e fungicidas que chegam às mesas dos consumidores; carne vermelha que é recomendada não ser consumida diariamente... o que sobra para comermos??? peixe??? eu também achava, mas depois que um amigo disse que não, pois todo o esgoto e muitos, muitos e muitos lixos são jogados nos rios e mares, mudei de idéia.
Então tá, fazemos o quê? Comemos o quê?
Outra informação que me deixou chocada, já descobriram vestígios de pesticidas em leite materno! Meu Deus! A mãe ali, achando que está fazendo o melhor pelo seu filho, e está fornecendo pesticida como alimento.
Onde vamos parar???
Como a Dra. Silvia disse, depende do homem optar por qualidade de vida, respeito às normas de saúde e meio ambiente, ou escolher continuar nesse meio de consumismo e crescimento desenfreado, a qualquer custo.
Em vários momentos, vendo ela ali, falando das crianças com câncer me deu um nozinho na garganta, mas, fiquei feliz de saber do empenho de muitos profissionais para ajudar no tratamento. Antigamente, a chance de cura de uma criança com câncer era de 2 a 3%, hoje é de 70 a 80%!
(confesso que voltei a pensar no trabalho voluntário)
Segue a entrevista para quem quiser assistir, são 04 partes.
http://www.sbt.com.br/defrentecomgabi/videos/Default.asp?id=2c9f94b632893d840132b584ccb3297b
Quando vejo essas notícias de pesticidas e fungicidas sempre lembro de uma entrevista que assisti há alguns anos, em que um produtor de morangos não comia, nem ele nem sua família, os morangos que eles mesmos plantavam, devido ao grande número de pesticidas utilizados na plantação. Tipo, dane-se o consumidor. Ele consumia os morangos do seu vizinho, pois ele utilizava de produtos naturais para proteger sua plantação. Pode???
Outra coisa que lembro, com relação ao frango, de uma amiga contando que seu conhecido, filho de dono de granja, estavam na casa de uma pessoa em comum e falaram de frango para comer, e ele disse que não comia frango. Aí as pessoas tiraram sarro, como assim, você, filho de um dono de granja não come frango? A resposta, se vocês soubessem o que dão para os pintinhos virarem frango vocês não comeriam. Pode???
Estou pensando no meu cardápio, juro.
Frutas, verduras e legumes, considerando as informações, sobrariam as orgânicas. OK. Esses dias parei no mercado no setor de orgânicos e fiquei chocada, uma bandeja com 04 tomates custava mais de R$ 4,00!!! Isso mesmo, mais de R$ 1,00 por tomate. Uma bandeja com menos de 1kg de uva, custava mais de R$ 7,00!!!
Desculpe, mas a maioria esmagadora da população brasileira não tem "bolso" pra bancar isso. Pense, uma salada de tomate, alface (que uma bandeja com 02 cabeças pequenas custa mais de R$ 3,00) e umas uvas para depois, dependendo do número de pessoas à mesa, no mínimo R$ 18,00. R$ 18,00 para comer alface, tomate e uvas. E o resto dos alimentos necessários para uma alimentação saudável???
quarta-feira, setembro 28, 2011
Apadrinhe uma criança

Então, faz tempo que quero fazer um trabalho voluntário. Mas a correria e o esquecimento do assunto sempre protelam de fato este acontecimento.
Um tempo atrás fuçando o blog "Para Francisco" descobri uma certa forma de ajudar o próximo, através do apadrinhamento de alguma criança carente.
Hoje fuçando novamente, parei, li a maioria das informações sobre o funcionamento e fiz o cadastro.
Quem quiser e puder apadrinhar uma criança carente, segue o site do Fundo Cristão como sugestão (https://internetsegura.apadrinhamento.org.br/index.php?pag=apadrinhe&sucesso).
Lá você escolhe quem quer ajudar, o que é difícil já que todos os indicados são bem necessitados, faz o cadastro e escolhe a forma de pagamento.
Além disso, tem o site que divulga o trabalho do Fundo Cristão (
http://fundocristao.blogspot.com/).
Eu apadrinhei uma menina de Diamantina - MG, confesso que estou anciosa pela parte de comunicação através de cartas, há quanto tempo eu não sei mais o que é escrever uma carta! Desde o início da era da informática!!! hahaha
O legal é que o padrinho/madrinha vai mantendo contato com a crinça, através de cartas, mas pode fazer uma visita.
Agora, tenho que esperar o envio da carta pelo Fundo Cristão, com foto e dados da criança para eu poder me comunicar.
Faça sua parte também! Àqueles que não podem ajudar, peço que divulguem aos amigos.
Ophir: Adin que diminui poder de punir do CNJ busca que Justiça volte a ser caixa preta
Brasília, 27/09/2011 - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, criticou hoje (27) o teor da Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), prevista para ser julgada amanhã (28) pelo Supremo Tribunal Federal, que, segundo ele, busca um "retorno às trevas e à escuridão", fazendo com que o Judiciário volte a ser a caixa preta e hermética que foi no passado. "Será um grave retrocesso, uma vez que o Conselho Nacional de Justiça abriu o Judiciário, deu-lhe transparência, sobretudo com as punições que efetivou. Essa Adin tem como objetivo fazer com que o Judiciário volte a ser uma caixa preta, cenário com o qual a OAB não pode concordar".
Ophir se refere à Adin da AMB contra o teor da resolução 135, editada pelo CNJ para uniformizar os procedimentos em todo o país relativos à atuação administrativa e disciplinar dos juízes, regulando os procedimentos a que são submetidos juízes acusados de atos de irregularidade. A AMB defende que o CNJ não tem competência para tanto, entendimento que é rechaçado pelo Conselho Federal da OAB, que está se habilitando na Adin na condição de amicus curiae (amigo da causa).
Na avaliação de Ophir Cavalcante, ao se tentar retirar do CNJ o poder de punir, a Adin, caso seja aprovada, também significará um retorno ao estágio de irresponsabilidade geral que antes havia no que toca à correição dos atos do Judiciário. "Caso essa Adin seja aprovada, retirar-se-á da sociedade o controle e a fiscalização que vem sendo feito com muita responsabilidade pelo CNJ".
O presidente nacional da OAB foi taxativo ao afirmar que as Corregedorias dos tribunais as quais a AMB busca privilegiar por meio da Adin historicamente se mostraram ineficazes no exercício de fiscalizar atos irregulares cometidos por magistrados. Tudo em razão do corporativismo. "Todas as vezes que receberam denúncias contra os integrantes da magistratura, simplesmente as arquivavam, sem levar à frente as investigações", afirmou Ophir. "O Judiciário só será forte se tiver um órgão de controle externo que possa fiscalizar os seus atos".
Veja a seguir a íntegra da manifestação do presidente nacional da OAB sobre a Adin da AMB:
"Essa Ação Direta de Inconstitucionalidade movida pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) é um retrocesso para a Justiça brasileira. O Judiciário só será forte se tiver um órgão de controle externo que possa fiscalizar os seus atos. As Corregedorias dos tribunais as quais a AMB quer privilegiar por meio dessa Adin historicamente se mostraram ineficazes no exercício de fiscalizar os atos irregulares cometidos por magistrados em razão do corporativismo. Todas as vezes que receberam denúncias contra os integrantes da magistratura, simplesmente as arquivavam, sem levar à frente as investigações.
O CNJ quebrou com isso e passou a incomodar as estruturas de poder no Judiciário, sobretudo nas Justiças estaduais. Essa nova realidade provocou uma reação forte contra o CNJ em sua criação e agora isso se repete em função da série de condenações que o CNJ vem promovendo na parte disciplinar a dirigentes de tribunais envolvidos em atos de corrupção.
Por esse motivo, não se pode concordar com o teor dessa Adin. A OAB agora se habilita na ação na condição de amicus curiae, exatamente para defender a manutenção do poder disciplinar do CNJ.
Essa Adin da AMB fará com que haja um retorno às trevas e à escuridão no Judiciário. Será um grave retrocesso, uma vez que o CNJ abriu o Judiciário, deu-lhe transparência, sobretudo com as punições que efetivou. Essa Adin tem como objetivo fazer com que o Judiciário volte a ser uma caixa preta, cenário com o qual a OAB não pode concordar.
Ao se tentar retirar do CNJ o poder de punir, isso também significará um retorno ao estágio de irresponsabilidade geral que antes havia no que toca à correição dos atos do Judiciário. Caso essa Adin seja aprovada, retirar-se-á da sociedade o controle e a fiscalização que vem sendo feito com muita responsabilidade pelo CNJ"
fonte: http://www.oab.org.br/noticia.asp?id=22741
Ophir se refere à Adin da AMB contra o teor da resolução 135, editada pelo CNJ para uniformizar os procedimentos em todo o país relativos à atuação administrativa e disciplinar dos juízes, regulando os procedimentos a que são submetidos juízes acusados de atos de irregularidade. A AMB defende que o CNJ não tem competência para tanto, entendimento que é rechaçado pelo Conselho Federal da OAB, que está se habilitando na Adin na condição de amicus curiae (amigo da causa).
Na avaliação de Ophir Cavalcante, ao se tentar retirar do CNJ o poder de punir, a Adin, caso seja aprovada, também significará um retorno ao estágio de irresponsabilidade geral que antes havia no que toca à correição dos atos do Judiciário. "Caso essa Adin seja aprovada, retirar-se-á da sociedade o controle e a fiscalização que vem sendo feito com muita responsabilidade pelo CNJ".
O presidente nacional da OAB foi taxativo ao afirmar que as Corregedorias dos tribunais as quais a AMB busca privilegiar por meio da Adin historicamente se mostraram ineficazes no exercício de fiscalizar atos irregulares cometidos por magistrados. Tudo em razão do corporativismo. "Todas as vezes que receberam denúncias contra os integrantes da magistratura, simplesmente as arquivavam, sem levar à frente as investigações", afirmou Ophir. "O Judiciário só será forte se tiver um órgão de controle externo que possa fiscalizar os seus atos".
Veja a seguir a íntegra da manifestação do presidente nacional da OAB sobre a Adin da AMB:
"Essa Ação Direta de Inconstitucionalidade movida pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) é um retrocesso para a Justiça brasileira. O Judiciário só será forte se tiver um órgão de controle externo que possa fiscalizar os seus atos. As Corregedorias dos tribunais as quais a AMB quer privilegiar por meio dessa Adin historicamente se mostraram ineficazes no exercício de fiscalizar os atos irregulares cometidos por magistrados em razão do corporativismo. Todas as vezes que receberam denúncias contra os integrantes da magistratura, simplesmente as arquivavam, sem levar à frente as investigações.
O CNJ quebrou com isso e passou a incomodar as estruturas de poder no Judiciário, sobretudo nas Justiças estaduais. Essa nova realidade provocou uma reação forte contra o CNJ em sua criação e agora isso se repete em função da série de condenações que o CNJ vem promovendo na parte disciplinar a dirigentes de tribunais envolvidos em atos de corrupção.
Por esse motivo, não se pode concordar com o teor dessa Adin. A OAB agora se habilita na ação na condição de amicus curiae, exatamente para defender a manutenção do poder disciplinar do CNJ.
Essa Adin da AMB fará com que haja um retorno às trevas e à escuridão no Judiciário. Será um grave retrocesso, uma vez que o CNJ abriu o Judiciário, deu-lhe transparência, sobretudo com as punições que efetivou. Essa Adin tem como objetivo fazer com que o Judiciário volte a ser uma caixa preta, cenário com o qual a OAB não pode concordar.
Ao se tentar retirar do CNJ o poder de punir, isso também significará um retorno ao estágio de irresponsabilidade geral que antes havia no que toca à correição dos atos do Judiciário. Caso essa Adin seja aprovada, retirar-se-á da sociedade o controle e a fiscalização que vem sendo feito com muita responsabilidade pelo CNJ"
fonte: http://www.oab.org.br/noticia.asp?id=22741
terça-feira, setembro 27, 2011
Definição de filho por José Saramago
"Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isto mesmo ! Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado. Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo".
sexta-feira, setembro 23, 2011
Intuição feminina
Em vários momentos da vida sempre tive certeza da minha intuição, que sempre foi muito aguçada. Das vezes que não dei atenção a ela, aconteceram coisas meio desagradáveis.
Ontem tinha que ir a um lugar, mas algo me dizia, não vá.
No caminho pedi a Deus, várias vezes, "Senhor, se não for coisa boa, faça com quê não dê certo".
Dito e feito, cheguei no local, e não deu certo.
Por um tempo pensei, tá, vou ficar mais um pouco, só pra ter certeza, aí parece que todos os meus sentidos me diziam: não faça isso, e foi me dando uma agonia por estar ali.
Fui embora. Me deu uma paz de espírito quando fui.
Intuição feminina, nunca duvide dela.
Ontem tinha que ir a um lugar, mas algo me dizia, não vá.
No caminho pedi a Deus, várias vezes, "Senhor, se não for coisa boa, faça com quê não dê certo".
Dito e feito, cheguei no local, e não deu certo.
Por um tempo pensei, tá, vou ficar mais um pouco, só pra ter certeza, aí parece que todos os meus sentidos me diziam: não faça isso, e foi me dando uma agonia por estar ali.
Fui embora. Me deu uma paz de espírito quando fui.
Intuição feminina, nunca duvide dela.
quarta-feira, setembro 21, 2011
AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE TERCEIRIZAÇÃO
Àqueles que trabalham no setor de terceirização, como eu, isso MUITO interessa!
Acompanhem a audiência pública e/ou seu resultado sobre a terceirização (possibilidade, legalidade, continuidade...)!
Brasília, 20/09/2011 - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, confirmou hoje sua participação na audiência pública que discutirá a terceirização, promovida pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). A audiência acontece nos próximos dias 4 e 5 de outubro, das 9h às 12h, e das 14h às 18h, no edifício sede do TST, em Brasília. O convite ao presidente nacional da OAB foi formulado pelo presidente do TST, ministro João Oreste Dalazen.
No convite a Ophir, o ministro Dalazen destaca a importância da audiência pública "para ouvir o pronunciamento de pessoas com experiência e reconhecida autoridade em matéria de terceirização, objetivando esclarecer questões fáticas, técnicas (não jurídicas), científicas, econômicas e sociais relativas ao fenômeno da subcontratação de mão-de-obra por meio de interposta pessoa".
fonte: http://www.oab.org.br/noticia.asp?id=22704
Acompanhem a audiência pública e/ou seu resultado sobre a terceirização (possibilidade, legalidade, continuidade...)!
Brasília, 20/09/2011 - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, confirmou hoje sua participação na audiência pública que discutirá a terceirização, promovida pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). A audiência acontece nos próximos dias 4 e 5 de outubro, das 9h às 12h, e das 14h às 18h, no edifício sede do TST, em Brasília. O convite ao presidente nacional da OAB foi formulado pelo presidente do TST, ministro João Oreste Dalazen.
No convite a Ophir, o ministro Dalazen destaca a importância da audiência pública "para ouvir o pronunciamento de pessoas com experiência e reconhecida autoridade em matéria de terceirização, objetivando esclarecer questões fáticas, técnicas (não jurídicas), científicas, econômicas e sociais relativas ao fenômeno da subcontratação de mão-de-obra por meio de interposta pessoa".
fonte: http://www.oab.org.br/noticia.asp?id=22704
terça-feira, setembro 20, 2011
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